
- Metade do mezanino é ocupado para campanha política pro José Serra (e o Brasil não precisa de mais um bunda mole na presidência).
- A maior parte dos projetos expostos pelo IAB já saiu em alguma revista especializada, com os mesmo textos, plantas, fotos e maquetes.
- O tema do concurso dos projetos para estudantes (e conseqüentemente os projetos selecionados para a exposição) não conseguiu uma reflexão acerca de valores propostos pela Bienal "Ecos Urbanos", sendo uma repetição exaustiva de mais do mesmo.
- No primeiro final de semana o segundo pavimento estava praticamente vazio. A área da Copa 2012 não estava completa, o pavilhão da Pirelli estava vazio, e três módulos com nomes de cidades brasileiras só tinham ar dentro deles.
- O almoço no pavilhão custa 35 reais.
- Os projetos internacionais mais interessantes, como os franceses, há tradução nos painéis e vídeos apenas em inglês.
- Existem coisas lá dentro que ninguém consegue explicar (ou que provavelmente ainda não estavam prontinhas no primeiro final de semana).
- Os fru frus de tecido amarrados no teto, enfeitando o pavilhão, são de péssimo gosto.
- Só os banheiros do mezanino estavam funcionando no primeiro final de semana.
- Pra ver uma maquete interessante você tem que competir com mais 06 estudantes de arquitetura que ficam ao redor dos objetos, munidos com suas máquinas digitais ultra-power-modernas, a dispararem flash.
(o gosto duvidoso dos frufrus de tecido sobrevoando o Pavilhão da Bienal)
(yes, espanquei três japoses estudantes de arquitetura e consegui fotografar uma maquete. só não faço noção do que é essa maquete)
(o imenso vazio no Pavilhão da Bienal, será que os curadores sentiram inveja da Bienal de Arte passada?)





2 cotovelos falantes:
preguiça de logar: - é justamente o eco.
quem será esse anônimo que ficou com preguiça de logar???
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