Mas tem horas que sou o homem mais triste do mundo.
E depois de cinco minutos sou o mais feliz.
Vai ver que é essa Tupaciguara natalina ...
Cala a boca cotovelo!
Vai ver que é essa Tupaciguara natalina ...

Olhem o que achei no blog do riocenacontemporanea. A cada item uma lembrança! Ilário!
"21 leis para quem quer ser um diretor contemporâneo"
1. Monte uma cena toda em preto e branco, utilizando apenas alguns detalhes destoantes. (Outra dica pra não errar: acessórios vermelhos)
2. Termine o espetáculo assim como ele começou, pra passar uma idéia de ciclo.
3. Apoie sua montagem num jogo, de preferência num tabuleiro de xadrez, onde cada ator represente uma peça. Claro, conclua com xeque-mate.
4. Nomeie seu espetáculo de ‘Processo’ e não o termine NUNCA!
5. Nomeie seu espetáculo de ‘Performance’, mesmo não sabendo o que isso é direito.
6. Utilize uma mesa que se transforme em tudo; ora cama, ora porta, ora parede… e mesa mesmo.
7. Nada de figurinos pesados: todo mundo de cinza e descalço.
8. Monte um clássico e faça a readaptação no nordeste ou na favela.
9. No cenário, o chão deve ser de barro, areia, mato ou café. Algo simbólico e que suje bastante.
10. Excite os 5 sentidos do público (ou 6, se conseguir), embora isso se resuma a acender um incenso, jogar água na platéia, servir vinho, encostar numa parede e mandar tomá-los no cú.
11. Misture dança, teatro, música e artes plásticas e não faça nenhum dos 4.
12. Coloque algum aparelho elétrico ligado. De preferência uma cafeteira.
13. Diga que todo o seu processo com os atores se baseou em view point.
14. Convide alguém famoso pra dizer que indica a peça no programa, mesmo sem ele nunca ter assistido.
15. Monte em arena e delimite o espaço público-platéia com giz. Ah, se quiser sofisticar, filme e exiba as reações do público ao vivo num telão.
16. Ensaie seus atores com yoga, karatê, ginástica olímpica, box e meditação. Menos com teatro.
17. Crie maneiras de interagir com o público. Entregue fones de ouvido tocando um lounge bem blasê e/ou algum texto de auto-ajuda, enquanto os atores fazem "partituras de movimento".
18. Crie a sua própria trilogia e/ou Manifesto.
19. Coloque algum ator fazendo um depoimento pessoal no microfone.
20. Pra ser contemporâneo, tem que ter secreção. Peça para o ator suar bastante ou cuspir em cena.
21. Por fim, limite o número de espectadores - de preferência 3 - e lote todos os dias.
É infalível!
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Definir palhaço é tão difícil. Pra mim é uma sina. Pra se ter uma noção, a minha festa de aniversário de um ano de idade era decorada por palhaços. Vou achar uma foto e postar aqui no futuro.
Momentos comemoração dia do palhaço...
- No domingo depois de uma tradicional "laje" tento ficar parado pra ver se lembro de tudo o que aconteceu. Pelo que consegui lembrar o espírito da "Maísa" deve ter entrado em mim no sábado!
- Vicky Cristina Barcelona é imperdível. A Penélope Cruz está em sua melhor forma, o Javier Bardem é um galanteador hilário, a Scarlett Johansson esta estonteantemente uma garota que todos querem comer, e percebi que minha vida é repleta de Vickys como a de Rebecca Hall.
- Uma das coisas péssimas de morar em Uberlândia é que filmes como "Queime depois de ler" demoram séculos para entrar nos cinemas daqui. Será que vou ter que baixar uma versão pirata na net?
- O Dunga fez uma crítica da apresentação do "Nanquinote" na Mostra. Acho que toda opinião sobre o nosso trabalho é importante (do pipoqueiro ao acadêmico). Não querendo justificar, mas já justivicando, o espetáculo não foi criado pra se usar microfones e apresentar em um espaço aberto. Creio que se nos visse num teatro algumas coisas seriam diferentes. Tá aí o link:
Ontem rolou um encontrão com os grupos que participaram da Mostra Nacional de Teatro de Uberlândia - Etapa Local. Foi meio que um "cumprir tabela" já que não teve em nenhum dia reflexão, debates, palestras, oficinas (tudo isso vai ficar pra mostra nacional). Quem não foi mandou cartinha justificando, e quem foi não sabia ao certo pra quê estava ali, então as pessoas foram falando o que o seu coração sentia. Enfim, ninguém falou do seu processo de construção e opiniou sobre as produções da cidade. Era só uma repetição de "a classe precisa se unir" e "a classe precisa se unir". Mas a única estratégia lançada pra classe se unir era ir às reuniões da ATU (eu queria sugerir pra gente se abraçar e cantar "amigos para sempre", mas ...). Será só isso?
Como não poderia deixar de ser, foram ditas ótimas frases. Segue abaixo algumas (tem outras impublicáveis), sem o nome dos autores das mesmas. (ganha um doce quem adivinhar quem falou o quê)
"- Do jeito que você fala parece que a ATU foi tomada por um golpe de estado.
- Mas é isso. Essa diretoria já tem quantos anos lá?
- Desculpe, mas não é essa a minha opinião."
"- A apresentação que tinha pessoal do curso (Teatro-UFU) na platéia foi estranhíssima. O público não respondia."
"- Mas é impossível a gente assistir igual a dona Maria. Eu não estou vendo só a peça, estou vendo a trajetória e evolução de um artista que já conheço há dez anos."
"- Acho importante falarem do nosso trabalho. Opiniões de algumas pessoas me interessam muito, mas de outras não vão fazer a mínima diferença na minha vida."
"- É bobagem crítico falar que se fosse ele faria de outra forma. Vai lá e monta um espetáculo do jeito que queria então."
"- A classe precisa se unir."
"- Mas eles nunca vão. Sempre falam que estão viajando. Será marcam viagem em toda Mostra de Teatro?" (sobre professores da UFU)
"- A gente tem medo de falar do trabalho dos outros."
"- É complicado falar dos trabalhos, porque temos que ter delicadeza."
"- Então fala se é bom ou ruim. Chega de ironia né."
"- Gente mas crítica não é juízo de valor. Crítica é reflexão!"
A última frase foi minha.
E é só!